“A maioria das quedas pode ser evitada com pequenos ajustes na rotina de medicamentos, fortalecimento muscular e organização física dos cômodos da casa.”
Quedas na terceira idade não devem ser tratadas como ocorrências naturais da idade. Elas são sinais de alerta clínicos importantes que indicam desequilíbrios físicos, cognitivos ou metabólicos subjacentes que precisam de investigação.
Um evento de queda pode resultar em sérias fraturas (como no fêmur e punho), internações clínicas prolongadas e no 'medo de cair' (síndrome pós-queda), que restringe severamente a mobilidade e o convívio social do paciente.
A prevenção sistemática exige uma abordagem integrada: a melhora da força motora, a eliminação de riscos físicos no lar e a revisão atenta de medicamentos que possam induzir hipotensão (queda de pressão) ou tonturas.
